A propriedade localiza-se nas proximidades do núcleo rural da freguesia de Fornelos em Lugar da Lapa no concelho de Cinfães do Douro.
Uma família feliz, uma família de trabalho, de vivências, de alegrias, de dores e união. Um casal, três filhos. Humildade, simplicidade e muito amor, são os valores mais importantes desta casa e da vida.
A tranquilidade da aldeia, a paz no horizonte, o cantar dos pássaros transmite-nos bem estar e a bela moldura com que a natureza decidiu presentear esta casa é certamente aquilo que fica na memória de quem cá passou. Toda a casa foi pensada para homenagear as memórias, desde a árvore junto a piscina, o forno a lenha que tanto pão e cabrito assou, as fotografias dispersas pelas paredes da casa, a mesa de pedra que juntou copos de vinho, petiscos e gargalhadas à sua volta até aos objetos da lavoura. Respeitamos as tradições como o saco de tecido que mantém o pão quente, as cortinas coloridas de linho, as camas encostadas à parede e a adega regada de vinhos.
Porque quem de amor quiser falar, a Casa do Avô terá de visitar.
Uma experiência verdadeira, simpatia local, boa comida e uma paisagem deslumbrante é tudo o que lhe podemos oferecer.
Inserida nas proximidades do núcleo rural da freguesia de Fornelos em Lugar da Lapa, no Conselho de Cinfães do Douro.
Quartos: 4
Localização: Rua caminho da vista alegre 380 Lapa, FornelosCinfâes4690-280;
Coordenadas: 41.027424, -8.197456
Tel.: +351 926 695 031
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Bem-vindos à Casa da Loja- Casa Museu.
A Casa da Loja está integrada num complexo habitacional restaurado numa propriedade Secular histórica no belo Vale do Bestança, afluente do Douro, cujas origens remontam a meados do século XVIII.
A Casa da Loja é composta por uma casa senhorial, na qual se destaca o Museu - antiga Loja, outrora centro de comércio do Concelho de Cinfães, um Lagar e Adega e outros edifícios tradicionais da época.
Esta propriedade situada na envolvente da Serra do Montemuro, tem uma paisagem privilegiada e dado que se encontra vedada, confere-lhe total privacidade.
Na envolvente, o Rio Bestança, dos mais limpos da Europa e habitat de Lontras e trutas, é atravessado pela magnífica “Ponte de Covelas”.
Os idílicos percursos pedestres transportam-nos para uma viagem em comunhão total com a natureza.
A região proporciona experiências fabulosas para todos os gostos, desde para um primeiro contacto das crianças com a Natureza, para o Caminhante, para o "Geocacher", para o adepto de desportos mais radicais como o “BTT”, para os observadores de fauna em liberdade ou para aqueles que procuram apenas o Relax.
Todos estes elementos fazem do nosso espaço um local perfeito tanto para o casal que procura uma escapadela romântica como para as famílias maiores ou para os grupos de amigos que pretendem disfrutar dos ares puros e ambientes calmos da montanha.
Quartos: 3
Localização: Rua de Covelas, CM1027, Covelas - Ferreiros de Tendais; 4690-252 Cinfães
Coordenadas: 41.043381, -8.050051
Tel.: +351 255 563 384 / + 351 932 259 676
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Com vista privilegiada, para o rio Douro e Bestança, o Douro Studio, localiza-se na Pitoresca Aldeia de Pias, no sopé do vale do Bestança e da Serra do Montemuro.
Com Capacidade, para 3 pessoas, o Douro Studio, dispõe de uma Kitchenette completamente equipada, Uma cama de Casal, um sofá cama,um Hall de Entrada e uma casa de banho completa.
Apresenta também, comodidades para churrasco, estacionamento privado e gratuito, uma grande varanda, voltada para o rio, com vista também para a montanha, perfeita para fazer as suas refeições, ou simplesmente ficar admirando a paisagem harmoniosas e bela, o que o torna único na região.
Próximo do Rio menos poluído da Europa, o Bestança (300m) da Rota da Pedra e do Centro de Interpretação Ambiental do Vale do Bestança (150m), ao lado da região do Douro vinhateiro, onde pode apreciar os vinhos do Porto e de mesa do Douro, assim como toda a paisagem, hospitalidade e gastronomia desta região.
Quanto às suas instalações, tem acesso à Internet via Wi-Fi, ar condicionado, máquina de lavar roupa, máquina de lavar loiça, Churrasqueira, roupas de cama disponível, toalhas de banho, fechadura de segurança, forno, placa, micro-ondas, loiças, utensílios de cozinha, frigorífico, cafeteira elétrica e torradeira.
No seu exterior, pode usufruir, de um pequeno jardim, alpendre e de todo o terreno envolvente à casa.
Dado a sua proximidade com o rio e vale, permite-lhe desfrutar não só das águas límpidas e cristalinas deste rio, assim como, de todos os percursos pedestres existentes ao longo do mesmo. Atreva-se e venha até cá!
Quartos: 1
Localização: Rua do Outeiro, 79, Pias; 4690-897 Cinfães;
Coordenadas: 41.0757767; -8.0728391
Tel.: +351 938 450 078
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Categoria: Área Verde
Tipologia: Parque
Morada: Centro - Souselo
Coordenadas (Centro): 41.070128°, -8.230870°
Caracterização:
O Parque Verde Urbano de Souselo vem potenciar o centro histórico da freguesia de Souselo, de forma a tornar o espaço relevante para identidade do local. Promovendo a sustentabilidade ambiental, cultural, social, económica e a mobilidade sustentável, criando mais oferta turística e desenvolvimento do aglomerado.
O projeto promove o incentivo á revitalização do núcleo histórico do lugar colmatando as dissonâncias existentes, indo de encontro à salvaguarda, valorização e reforço da identidade do lugar, proporcionando assim uma área agradável que servirá como espaço de estar, ou como zona pública para convívio e socialização, promovendo uma maior dinâmica económica desportiva e cultural da freguesia. A intervenção tem o intuito consolidar o tecido urbano, bem como, melhorar as condições de acessibilidade e mobilidade para todos.
O Parque Verde Urbano de Souselo localiza se junto a estrada N222, agregando assim um vasto número de edificado habitacional e serviços locais. Esta intervenção preconiza a recuperação da infraestrutura viária, ao nível do reperfilamento do pavimento, substituição e aplicação de novos materiais, melhorando e criando passeios, demarcação de lugares de estacionamento, aplicação de novo mobiliário urbano, organização e recolocação do arborizado, contribuindo também para uma mobilidade urbana mais segura, inclusiva e sustentável. O Parque Verde Urbano de Souselo visa a criação de percursos pedonais e clicáveis, a requalificação de áreas verdes de enquadramento e de lazer e o reforço da plantação arbórea e arbustiva.
O Parque Verde Urbano de Souselo encontra-se associado a usos do solo que se relacionam entre si de um modo harmonioso e equilibrado, sem instruções visuais, os quais resultam no seu conjunto, num cenário visual luminoso de extrema beleza paisagística.
Categoria: Área Verde
Tipologia: Natureza / Parque
Morada: Nespereira
Coordenadas (Centro): 41.001783°, -8.162891°
Caracterização:
O atual parque resultou da recuperação da gruta de Nossa Senhora de Lurdes, com origens em finais do séc. XIX, e do alargamento para a área envolvente que agora está dotado com espaços pedonais, de manutenção, desportivos e lazer, através de um projeto financiado por funcos europeus, realizada pela Junta de Freguesia, com o apoio da Câmara Municipal.
Localizada perto da Igreja de Santa Marinha, esta gruta foi inaugurada em 1896 e é uma réplica Gruta de Nossa Senhora de Lourdes, que se encontra em Massabielle, em França.
Situada num espaço arborizado e com vegetação abundante, dispõe de bancos e mesas em pedra. Pela sua morfologia natural, constitui um anfiteatro natural, com excelentes condições acústicas, onde se realizam várias atividades e concertos ao ar livre. É sem dúvida o ex-libris de Nespereira, um local para visitar, passear, descansar, merendar ou, simplesmente, relaxar em contacto direto com a natureza.
Categoria: Área Verde
Tipologia: Natureza / Parque
Morada: Rio Paica, Fornelos
Coordenadas (Centro): 41.027038°; -8.234242°
Caracterização:
Encravado num vale estreito e profundo, no concelho de Cinfães, junto do rio Paiva, o parque fluvial do Km 10 é um espaço de permanente compatibilização em todos os aspetos naturais. Está localizado na margem do rio Paiva, um dos epicentros das atividades náuticas de aventura.
Equipado com bar e instalações sanitárias que servem de apoio às atividades aquáticas e de aventura aí realizadas, detém ainda um pequeno percurso de arvorismo, que pretende incentivar os visitantes a interagir com a natureza, sensibilizando-os para a sua importância.
Ao longo do parque, apresenta-se um conjunto de infraestruturas tais como mesas e bancos amovíveis, bem como pequenos painéis de informação/sensibilização/educação dos utentes sobre os valores naturais do parque ao nível da flora, da fauna e da geologia.
Categoria: Área Verde
Tipologia: Natureza / Parque
Morada:
Coordenadas (Centro): 41.027038°; -8.234242°
Caracterização:
Ponte antiga em arco construída em pedra, ao lado da qual foi recentemente construída uma pequena ponte em madeira.
Inserida numa zona fluvial completamente recuperada e aprazível, o espaço tem servido de cenário à realização de atividades de cultura e lazer.

Percurso circular, com início e fim em Nespereira.
Percurso muito difícil, aconselha-se uma boa preparação física e técnica para a sua realização.
No Monte de São Pedro é possível entrar no percurso preto 45 até a Gralheira, utilizando o percurso de ligação. Inicia-se por um ambiente mais urbano até a povoação de Lourosa, até que de seguida tem uma longa subida até as antigas minas da Fraga da Venda.
Daqui segue-se uma longa descida até Cinfães, onde é possível recarregar energias nos cafés existentes antes de continuar o percurso, passando ainda em Sogueire, até chegar à Nespereira.
Distância / Distance: 36.89 km / 22 mi
Acumulado subida / Positive climbing: 858 m / 2814 ft
Tempo / Time: 3h até 4h

Percurso circular, com início e fim em Nespereira.
Percurso muito difícil, aconselha-se uma boa preparação física e técnica para a sua realização.
Inicia-se por um ambiente mais urbano até a povoação de Lourosa, até que de seguida tem uma longa subida até as antigas minas da Fraga da Venda.
Continuando até à N. Sra. do Castelo onde é possível apreciar uma vista espetacular de toda a região. Deste ponto, o percurso faz-se em descida até a Nespereira.
Distância / Distance: 23.82 km / 14 mi
Acumulado subida / Positive climbing: 1078 m / 3536 ft
Tempo / Time: 2h 30 min até 3h

Percurso circular com início e fim no Centro de BTT na Gralheira situado na antiga escola primária em plena Serra do Montemuro.
Percurso muito difícil, ao qual se aconselha uma boa preparação física e técnica. No Monte de São Pedro é possível entrar no percurso preto até Cinfães ou Nespereira utilizando o percurso de ligação.
O percurso inicia-se passando o Rio Cabrum, num antigo caminho de pedra, até chegar ao Alto do Cotelo.
Daqui sobe até chegar ao ponto mais alto, o Talefe, com uma altitude de 1381 metros, passando pelas portas de Montemuro, até à Capela de São Pedro.
Seguindo agora em descida, pelas povoações de Tendais, até ao Rio Bestança. Neste ponto inicia-se uma nova subida, passando no Bustelo e no parque de lazer de Alhões, até chegar de novo à Gralheira.
Distância / Distance: 54.52 km / 33 mi
Acumulado subida / Positive climbing: 1892 m / 6207 ft
Tempo / Time: 4h até 5h

Percurso circular com início e fim no Centro de BTT na Gralheira situado na antiga escola primária em plena Serra do Montemuro.
Percurso difícil, ao qual se aconselha uma boa preparação física e técnica. O percurso passa o Rio Cabrum, num antigo caminho de pedra, até chegar ao Alto do Cotelo.
Daqui sobe até chegar ao ponto mais alto, o Talefe, com uma altitude de 1381 metros, passando pelas Portas de Montemuro e pelas povoações de Tendais, seguindo até ao Rio Bestança.
Daqui inicia-se uma nova subida, passando no Bustelo e no parque de lazer de Alhões, até chegar de novo à Gralheira.
Distância / Distance: 39 km / 24 mi
Acumulado subida / Positive climbing: 1320 m / 4330 ft
Tempo / Time: 3h até 4hh

Percurso circular, em formato de oito, com início e fim no Centro de BTT na Gralheira situado na antiga escola primária em plena Serra de Montemuro.
Percurso moderado, é excelente para quem se está a iniciar na modalidade do btt.
O percurso inicia-se em direção à localidade de Panchorra e continua por uma estrada em pleno planalto, conhecido como Alto do Cotelo.
Seguindo agora em direção ao Penedo da Saúde, lugar onde terá vistas deslumbrantes sobre o Vale do Bestança, continua pelo Alto da Teixosa, até regressar à Gralheira.
Distância / Distance:15.7 km / 9 mi
Acumulado subida / Positive climbing: 330 m / 1082 ft
Tempo / Time: 1h 30 min até 2h

Percurso circular, em formato de raquete, com início e fim no Centro de BTT na Gralheira situado na antiga escola primária em plena Serra do Montemuro.
É o percurso mais fácil do centro, acessível a todos os praticantes da modalidade.
O percurso inicia-se em direção à localidade de Panchorra e continua por uma estrada em pleno planalto, conhecido como Alto do Cotelo, até regressar novamente à Gralheira.
Distância / Distance: 9.7 km / 6.3 mi
Acumulado subida / Positive climbing: 194 m / 636 ft /
Tempo / Time: 1h até 1h 30 min
Casa rústica, em ambiente rural, com piscina panorâmica. 3 quartos e sótão ,sala de jogos, lagares, forno a lenha, lareira e salamandra. Jardim em socalcos com árvores diversas.
Ambiente acolhedor no Douro em plena Serra para desfrutar em família e com amigos. A 75 minutos da cidade do Porto.
Quartos: 3
Localização: Rua da Costinha, casa 1, 4690-591 Vilar do Peso - Cinfães;
Coordenadas: 41.056721°; -8.113639°
Tel.: +351 917 892 001
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A Casa das Castanhas, situada em Vilar do Peso é uma casa de montanha numa lindíssima zona rural, totalmente reconstruída, oferece magníficas vistas, piscina e todo o conforto que precisa para fazer férias ou escapar ao fim-de-semana com amigos ou em família.
Com capacidade para 10 pessoas, todos os quartos e salas são suites com WC. Perto do Rio Douro, de trilhos de caminhadas, quedas de água e parques naturais é um local onde o tempo para.
Quartos: 5
Localização: Rua da Costinha, casa 2, 11, Cx. 744, 4690-591 Vilar do Peso - Cinfães;
Coordenadas: 41.057555°; -8.113608°
Tel.: +351 925 781 785
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A ArsDurium, Lda disponibiliza turismo de qualidade para todos em ambiente no Douro, tendo em atenção os seguintes princípios de atuação: Consciência ambiental, Desenvolvimento turístico sustentável, Preservação do património natural e cultural, Alojamento de qualidade e Atividades turísticas.
A Arsdurium no Douro Hotel Arsdurium, Hotel Rural disponibiliza 8 quartos duplos e 2 suites; e 3 quartos numa villa capacidade 7 pessoas.
AArsDurium junta ao alojamento rural de qualidade, atividades de interesse turístico: intra e internet, campo multidesportivo, piscina interior e exterior, hidrobike, geocaching regional, percursos pedestre e de bicicleta sinalizados, roteiros culturais temáticos (história, arte, paisagem, gastronomia, serra e rio). Valoriza a gastronomia regional acompanhada pelo vinho verde ou sumos naturais na sua sala de refeições ArsDurium.
Amiga do ambiente ArsDurium é um empreendimento sustentável, harmonioso com a região do Douro, que se pretende mostrar e preservar. Onde prevalecem as energias renováveis (geotermia, éolica e solar), veículos elétricos, mobiliário ecológico e utilização de produtos regionais.
Situa-se num ambiente sinestésico do Douro que nos faz recuar no tempo, na aldeia do Lodeiro onde Lima Machado Pereira escolheu viver na Casa do Oratório e fazer as suas obras de arte.
Reconstrução de uma casa dos inícios do séc. XX através da conjugação da traça originária com a arquitetura moderna, sendo utilizados materiais da região como o granito e a ardósia.
Tipologia: Hotel Rural
Quartos c/ wc: 6
Camas individuais: 6
Camas duplas: 4
Localização: Sítio do Lodeiro, 4690-418 Boassas - Cinfães;
Coordenadas: 41.081993°; -8.067039°
Tel.: +351 255 563 052 / + 351 938 636 246;
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Site: http://www.dourohotel.com/
Informação:
A empresa consiste na Venda de Artesanato e Produtos Regionais e na Organização de Eventos Turísticos, Culturais, Desportivos e Lúdicos.
Atividades:
Kayak / Canoa
Passeios de barco
(Para mais informações, contactar empresa)
Contatos:
Morada: Rua da chieira n.234, 4690-904 Cinfães
Telefone: 254 878 124 / 919 742 833 / 911 020 219
Web: www.bastiaodanatureza.com
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Informação:
Os Trilhos Rurais reúnem experiências que o vão colocar em contacto com a Natureza e a História das regiões do Entre Douro e Paiva e do Baixo Tâmega.
Esta região oferece, a quem a visita, paisagens de cortar a respiração e recantos plenos de história e identidade para descobrir.
Querem levá-lo à aventura e dar-lhe a conhecer aquilo que apaixona – calcorrear caminhos por onde, há milhões de anos, ficaram impressas na pedra as marcas do nascimento do planeta Terra e do início da Humanidade e por onde, hoje, a Natureza nos brinda a cada passo.
Percorrer estes caminhos é pisar a História e a Identidade de uma região.
Atividades:
Passeios de Canoa
Caminhadas
Canyoning
Rafting
(Para mais informações, contactar empresa)
Contatos:
Morada: Rua Conde Vizela, n.82, 4050-639 Porto
Telefone: 913 355 513
Web: www.trilhosrurais.pt
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Informação:
A Deltatur é uma empresa de animação turística que opera em toda a região do Douro Verde, Alto Douro, entre o Rio Paiva e o Rio Douro, Serras da Aboboreira, Marão, Montemuro e S. Macário.
Beneficia das características naturais para a prática de atividades radicais e náuticas, que oferecem os rios Paiva, Douro, Bestança, Tâmega e Cabrum: rafting, canoagem, canyoning, jet ski, entre tantos outros desportos, sempre em comunhão com a Natureza. A nossa região convida a belos passeios de barco ao longo de todo o Rio Douro, desde da Foz até ao Douro Superior.
Já os troços montanhosos, apelam à descoberta de fantásticos trilhos offroad que permitem desfrutar de locais que de outra forma seriam inalcançáveis. As viaturas utilizadas são todas Land Rover Discovery 300, e estão devidamente preparadas e equipadas para levar o cliente a vivenciar uma experiência ímpar.
Atividades:
Passeios todo o terreno
(Para mais informações, contactar empresa)
Contatos:
Morada: Rua de Oliveira do Douro, n. 2003, 4690-420 Cinfães
Telefone: 255 563 201 / 963 694 771
Web: www.deltatur.pt
Mail: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. / Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.
Categoria: Biblioteca
Tipologia: Cultural/Espaço bibliotecário (e arquivo)
Morada: Praceta da Fervença, Cinfães
Coordenadas: 41.073166, -8.089267
O Auditório Municipal Maestro A. J. Pereira Pinto, é um espaço público do Município de Cinfães, vocacionado para animações e apresentações culturais. Finalizado em 2013, surge como uma forte aposta nas raízes e nas tradições culturais da região – que se envolvem nas mais delicadas ligações à música e animação etnográfica.
Recebe o nome do maestro local, que dedicou os seus dias às artes, especialmente à música, numa vida pautada pelo amor à Cultura que sempre procurou preservar e promover.
O edifício de formato multiuso, está preparado para receber os mais variados eventos: música, teatro, dança, conferências, exposições/instalações e cinema.
Categoria: Auditório
Tipologia: Cultural/Espaço multiusos
Morada: Praceta da Fervença, Cinfães
Coordenadas: 41.073004, -8.089481
Situado no coração de Cinfães, Cabaz do Sabor, é restaurante com tradição, comandado pelo casal Lucília e Amaro Pinto. Que o convida a degustar algumas iguarias da Região.
Existe neste espaço, um restaurante típico e moderno, um local perfeito para o servir na ocasião que pretende.
Um ambiente, obviamente, dedicado à cozinha tradicional Portuguesa. Acolhedor, com luz natural e o rústico típico.
Dá-mos principal destaque à Posta de Vitela Arouquesa, Anho Assado no Forno, Bacalhau à Cabaz, Feijoada à Moda Porto, Leitão Tipicamente à Bairrada.
Além destes pratos tradicionais, dá-mos também especial atenção ao serviço de Take-away e deliciosas diárias.
Tendo em consideração a relação preço/qualidade e serviço personalizado e atencioso.
Informação Adicional
Horário: Das 10h00 às 00h00
Capacidade: 45 Pessoas
Preço Médio: 14.00€ / Dose
Tipologia: Típico e Outros
Reserva: Não Necessita
Telefone: 255 561 019 ou 914 561 165
Localização: Urbanização S. Sebastião Loja 3, Outeirinhos, 4690-031 Cinfães
A ponte de Soutelo, em maciços blocos de granito, lança-se sobre o rio Bestança para unir, imponentemente, a travessia pedestre e em carros de vacas, numa das rotas mais importantes para a região: entre Soutelo e o lugar da Granja.
Esta antiga via que servia os que, vindos da zona de Castro Daire, desciam a Serra do Montemuro em direção a Porto Antigo, tem vindo a ser interpretada como parte integrante de um importantíssimo itinerário romano entre duas capitais provinciais: Emérita Augusta (Mérida), e Bracara Augusta (Braga).
Mesmo sem registos exatos, é considerada uma obra com caraterísticas medievais. Curiosamente, a única sobre o rio Bestança.
Com arco de volta perfeita com cerca de 9m de diâmetro; apresenta tabuleiro de cavalete com 2,5m de largura (face interior), piso lajeado com blocos e lajes de grandes dimensões, e guardas de ambos os lados, formadas por blocos e lajes de talhe grosseiro, dispostas segundo o lado maior.
Os elementos em falta, sobretudo pela erosão, têm vindo a ser reparados, por vezes pelos próprios utilizadores, com técnicas algo pitorescas e rudimentares.
Criado como um espaço cultural secular, com alusão à experiência escolar do séc. XX, o Museu Escola de Vilar do Peso é um projeto exemplar de demonstração da cultura popular local.
Com uma reconstrução minuciosa da sala de aula nas diferentes épocas desde a primeira república aos pós 25 de Abril, apresenta e demonstra todas as práticas, utensílios e equipamentos utilizados durante a evolução do sistema educativo nacional.
Acolhe, de forma permanente, os artefactos, utensílios, ferramentas, equipamentos e sistemas que foram sendo recolhidos ao longo do tempo nas escolas do concelho, de forma a apresentar uma recriação viva da escola antiga. Pode ser visitado e utilizado, quer em aulas temáticas quer em recriações históricas.
Categoria: Museu
Tipologia: Cultural/Espaço etnográfico
Morada: Vilar do Peso, São Cristóvão de Nogueira
Coordenadas: 41.058878, -8.113813
As Mamoas de São Pedro encontram-se no lugar de São Pedro de Campos na freguesia de Tendais, Concelho de Cinfães, e estão implementadas a uma altitude de cerca de 1125m.
Tipologicamente, estes três monumentos fazem parte daquilo que, na arqueologia pré-histórica, se chama megalitismo (no qual estão inseridos diversos tipos de monumentos desde antas, menires, recintos, cistas, etc.). Este fenómeno distingue-se pela construção de estruturas constituídas por grandes rochas, e surge no atual território português por volta de meados do quinto milénio a. C. Com isto, os sítios aqui referidos, terão uma datação que se situará entre o Neolítico (meados do 5º milénio a. C.) e o Calcolítico (3º milénio a.C.).
Os monumentos em questão tratam-se de mamoas (ou antas), com uma função funerária. Estas estruturas são constituídas pela mamoa, que é um monte artificial de terra e pedras, e pelo dólmen, que é a estrutura feita de pedra revestida pela cobertura da mamoa. No interior destes monumentos eram exumados os defuntos e decorreriam diversos rituais. Nestes sítios é comum serem encontrados materiais cerâmicos, objetos de pedra polida e lascada, assim como outros artefactos relacionados com as atividades rituais que ai decorreriam. É também comum existirem nos esteios que constituem o dólmen motivos de arte rupestre (gravada ou pintada). No Concelho de Cinfães o megalitismo apresenta características típicas da cultura da Beira Alta “caracterizada por uma grande diversidade ao nível tipológico, cronológico e da implantação” (PINHO, LIMA; 2000: 12).
A Mamoa 1 de São Pedro encontra-se implementada junto ao sopé da encosta no topo da qual se encontra a capela de São Pedro, junto ao estradão que corta essa mesma encosta. É constituída por um monte ligeiramente alto, aonde ainda se podem distinguir as pedras miúdas que constituem a couraça da mamoa. No centro é possível identificar alguns esteios pertencentes ao dólmen, que formam o que parece uma cista. Na zona central, onde se encontram os esteios, é possível identificar uma cratera de violação.
A Mamoa 2 de São Pedro encontra-se a cerca de 200m a norte da mamoa 1 e a poucos metros do já referido estradão. O monumento encontra-se pouco destacado acima do solo e ainda apresenta grande parte da couraça constituída por pedra miúda. Na coroa é possível identificar a cratera de violação (de dimensões razoáveis) assim como o que poderá ser parte de um dos esteios do dólmen.
A mamoa 3 de São Pedro encontra-se a cerca de 50m da mamoa 2 e a poucos metros do estradão de terra batida. Encontra-se bem destacada do solo e ainda é bem visível a couraça desta, constituída por pequenas pedras. No topo da mamoa são identificáveis alguns esteios do dólmen assim como a cratera de violação.
A Serra de Montemuro integra a 1.ª fase da lista nacional de sítios da rede natura 2000, classificada como Biótopo Corine, com o código PTCON0025.
O sítio é dominado pelo maciço Montanhoso, cuja plataforma se desenvolve entre os 1200 e 1300m, atingindo um máximo de 1381m. Demonstra áreas em muito bom estado de conservação, e que mantêm uma grande diversidade biológica, especialmente no que respeita aos habitats.
Este território carateriza-se ainda por um uso predominantemente florestal, com uma representação muito significativa de matos. Possui duas interessantes áreas de turfeira (7140), e podem observar-se importantes manchas de carvalhal (9230) bem conservadas.
Em conjunto com as serras da Freita e Arada, este sítio constitui a área mais importante para a conservação da subpopulação de lobo (canis lupus) que ocorre a sul do Douro, cuja situação é deveras precária, sobretudo pelo isolamento e fragmentação. É ainda relevante para espécies da herpetofauna, nomeadamente o lagarto-de-água (lacerta schreiberi) e salamandra lusitana (chioglossa lusitanica), ambos de origem ibérica. E fornece os mais importantes habitats para a toupeira-de-água (galemys pyrenaicus).
As orientações de gestão incidem, essencialmente, sobre a conservação dos carvalhais e manchas florestais naturais, bem como para os habitats turfícolas. Considera-se ainda, estritamente fundamental, preservar as linhas de água e vegetação ribeirinha - fundamentais para espécies da herpetofauna.
Sítio: Serra de Montemuro / Código: PTCON0025 / Área: 38.763 há.
Classificação: Resolução do Conselho de Ministros n.º 142/97 de 28 de agosto
O Cabrum é um rio colocado entre o concelho de Resende e Cinfães. Forma-se junto do ponto culminante da serra de Montemuro a 1382 metros e, no seu percurso de 20 km, recebe alguns pequenos tributários: entre eles, pela margem direita, o da Gralheira - que separa a aldeia de parte da freguesia da Panchorra; e pela margem esquerda, o do Enforcado - que separa a freguesia de Ramires e Ovadas.
A Oeste no concelho de Cinfães, os limites da bacia do Cabrum - para lá dos quais se encontra o do Bestança, apresentam-se pela cumeeira, descendo do ponto culminante da serra de Montemuro, até mergulhar no rio Douro.
Ao longo do vale observam-se interessantes locais de carvalhais galaico-portugueses (Quercus rober e Quercus pyrenaica), florestas de Castanheiros (Castanea sativa) e alguns sobreiros (Quercus suber). Nas zonas ribeirinhas encontram-se Freixiais, Amiais e Salgueirais, além da giesta nos caminhos.
Nestes locais, facilmente se encontram várias espécies de herpetofauna, nomeadamente a salamandra-lusitânica (Chioglossa lusitanica) e a lagartixa de montanha. No rio, habitam espécies como a lontra, o lagarto de água (Lacerta schreiberi), a truta, a boga comum e o bordalo (Rutilius alburnoides).
A águia de asa redonda, os corvos, os gaios, os melros e os piscos de peito ruivo são as aves que por aqui se avistam. A raposa e o javali são mamíferos que procuram abrigo e comida na floresta adjacente ao rio. Nos pastos, observam-se exemplares bovinos de raça Arouquesa.
Neste troço, de altitude variável entre os 600 e 900 metros, destacam-se as encostas de declive acentuado, caracterizadas geologicamente por terrenos graníticos. Aqui reina a paisagem de campos fechados, com os abundantes socalcos e muros que delimitam pequenas propriedades, onde se pratica uma policultura de regadio.
A Serra de Montemuro, na qual se integra o vale do rio Cabrum, marca a transição entre as regiões litorais, temperadas e húmidas, das regiões transmontanas, quentes e secas.
Este é um rio propício para desportos radicais e de aventura tais como escalada e canyoning.
O rio Ardena, vulgo ribeiro de Bustelo ou ribeiro de Noninha, nasce na freguesia de Alvarenga, lugar de Noninha, Distrito de Viseu, vertente sul da Serra de Montemuro. Tem uma extensão de 13 km e na maior parte do seu curso atravessa a freguesia de Nespereira. Desagua no rio Paiva, na área da freguesia da Espiunca.
É um rio de pequeno curso de água, tanto em comprimento como largura, de águas frias e piscícolas, com desníveis que alternam entre remansos e corredeiras, e é inserido numa bacia hidrográfica de formação predominantemente granítica.
Apresenta um forte património hidrológico, especialmente ao nível do conjunto de moinhos implantados ao longo do curso. E tem ainda uma estação mini-hídrica muito bem enquadrada nas belas e verdejantes paisagens do final da freguesia de Nespereira.
Apesar da estação mini-hídrica promover um sério contraste (choque) de espécies entre montante e jusante, amostras da água demonstraram uma relevante qualidade ambiental, com boas condições ecológicas.

Este é um percurso circular que se desenvolve no Vale do Bestança ao longo das margens do rio e que passa pelas localidades de Vila de Muros, Covelas e Vale Verde.
Tem início no Largo da Nogueira, em Vila de Muros, segue em direção à ponte Romana de Covelas, atravessando o rio Bestança para a margem direita e sobe à aldeia de Covelas por uma calçada antiga.
Volta, novamente, a cruzar o rio por uma ponte de cimento e chega a uma zona conhecida por Prado.
Depois, sobe por uma antiga calçada até Vale Verde, onde continua por asfalto até Vila de Muros.
Morada – Lugar de Saímes, Espadanedo, rua Lodão nº 1031,4690 Cinfães
Telefone – 351 91752862/255649752
Web site – www.airbnb.pt
Coordenadas – 41º 5`30º” n 8`11`29.8”w
Descrição exterior
Piscina, jardins, grill
Descrição interior
Casa equipada com cozinha e lareira no seu interior, sala de jantar/estar com capacidade para 10 pessoas, 5 quartos com aquecimento central, wc privado, tv, internet, acesso para cadeiras de rodas.
Características especiais
Atividades aquáticas – passeios de barco, pesca
Atividades em terra – passeios pedestres, visitas culturais
Internet – sem fios
Estacionamento – estacionamento gratuito nas instalações
Outras observações
Possibilidade de solicitar serviço, junto de empresas locais para passeios, caminhadas, rafting, visitas a locais de interesse histórico e turístico, caves do vinho do porto, etc.
Morada – Lugar do Temporão/S. Cristovão, 4690-083 Cinfães
Telefone – 917926482/255561544
Email – quintadasEste endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.
Web site – http://quintaregadinhas.com
Coordenadas – 8.112985180950/41.077494473500
Descrição exterior
Piscina, amplos espaços verdes, relvados e jardins, espigueiro, miradouros, parque infantil, esplanada
Descrição interior
Cozinha equipada, 5 suites com aquecimento central, telefone, televisão, lavandaria, sala de banquetes com capacidade para 300 pessoas, sala de estar com tv, sala de reuniões
Caracteristicas especias
Atividades aquáticas – passeios de barco
Atividades em terra – atividades motorizadas, bicicletas/btt, desportos de aventura, paintball, passeios pedestres
Outros serviços
Decoração e florista
Animação para crianças
Animação musical
Aluguer de viaturas clássicas
Fotografia e vídeo
Internet – acesso à internet
Estacionamento – estacionamento privativo
Descrição exterior
Piscina, bar, esplanada, jardim
Descrição interior
Sala de estar/jantar
Cozinha equipada
5 quartos duplos com wc privado, tv cabo, aquecimento central, secador nos quartos, berço e vista panorâmica para o rio
Características especiais
Atividades aquáticas – canoagem, kayaks, pesca, passeios de barco
Atividades em terra – caminhadas, trekking, roteiros gastronómicos, roteiros a cavalo, multi- aventura
Outros serviços
Aluguer de bicicletas ( dia)
Passeios pedestres (pessoa)
Passeios de barco( pessoa)
Passeios de charrete (pessoa)
Saídas com o pastor (pessoa)
Visitas à barragem do Carrapatelo (pessoa)
Todos os passeios tem um grau médio de dificuldade, duração de 3 a 5 horas e está incluído o almoço
Morada – Porto Antigo, Oliveira do Douro, 4690-423 Cinfães
Telefone - 351936266856/228313482/255562334
E.mail – Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.
Web.site – www.casadorebolfe.pt
Coordenadas – 41º05`11.6”n 8º04`38.0”w
Descrição exterior
Jardins/ zona de lazer, terraço, cais, parque de merendas, parque infantil
Descrição interior
Cozinha industrial , sala de jantar/ estar, bar, 5 quartos com wc privado, lavandaria, engomadoria, ginásio, sauna, espaço de leitura, jacuzzi, centro de fitness
Caracteristicas especiais
Actividades – caminhadas, sauna, centro de fitness, massagem
Internet – wi-fi gratuito
Estacionamento – privado gratuito
Outros serviços
Serviço de transporte ( custo adicional)
Serviço de transporte de e para o aeroporto
Sala para bagagem
Serviço privado de cheeck in-cheeck out
Serviço de limpeza diário
Centro de negócios
Comodidades para reuniões/ banquetes com capacidade para 80 pessoas
Quartos c/ wc: 5 quartos com wc privado
Localização: Lugar da Castanheira, rua José Correia Sales, 4690-626 Souselo Cinfães;
Coordenadas: 41.076690ºN; -8233148ºW
Tel.: +351 932 773 412;
Mail: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.
Site: www.dourogreen.com
Época:
Séc. XIII/XIV
Morada:
Av. Dr. Reinaldo Florido Calheiros, S. Cristóvão de Nogueira
Caracterização:
Arquitectura religiosa, românica / gótica / maneirista / barroca. Igreja de nave única com coro-alto e capela-mor mais baixa e estreita.
Portais de arcos apontados assentes em impostas salientes. Decoração das arquivoltas dos portais com esferas. Cachorradas e modilhões com figuras humanas e bestiário. Poucas fenestrações e paredes espessas. Torre com ausência de decoração e verticalismo nas formas, com pináculos piramidais e coruchéu. Janelas com topos e bases curvas molduradas, de perfil barroco. Tectos de caixotões de madeira, pintados com cenas hagiográficas. Altares de talha dourada do estilo nacional, rococó e de construção recente.
Descrição técnica:
Planta longitudinal, composta e irregular. Disposição horizontalista das massas e coberturas de telhados diferenciados de 1 e 2 águas. Embasamento pouco proeminente.
Fachada principal: orientada a O. com portal de arco apontado e 3 arquivoltas assentes em impostas salientes e decoradas com esferas.
Em posição central e em nível superior, fenestração rectangular. Remate em cornija, pináculos nos ângulos e cruz no vértice da empena. Torre sineira lateral, com óculo no 1º registo. Friso sobre o qual se desenvolve um 2º com óculo cego. Sobre ele cornija desenvolvida sobre a qual assenta a sineira propriamente dita, com 1 ventana de arco de volta perfeita em cada face. Cornija com pináculos nos ângulos e como remate, coruchéu piramidal.
Alçado Sul: com portal lateral de arco apontado, assente em impostas com arquivolta, ladeado por 2 fenestrações de recortes diferenciados, No corpo da capela-mor, em plano mais recuado, 2 fenestrações iguais e a par. Cachorrada e cornija. Alçado tardoz cego no corpo da capela-mor. Cornija, pináculos e cruz no remate em empena. Em plano mais recuado, sacristia de menor pé direito, com porta rectangular e pequenas fenestrações.
Alçado Norte: no corpo da sacristia que se adossa parcialmente à capela-mor e nave, tem 2 frestas rectangulares. No corpo da nave, pequeno nicho entaipado de arco a pleno centro, para colocação de altar lateral e janelão recortado em plano superior.
Na face da torre, que com o pano murário faz ângulo de 90 graus, porta de acesso ao interior da mesma. Cachorrada e cornija nos panos murários da capela-mor e nave.
INTERIOR de nave única, com coro-alto, capela-mor, sacristia e torre sineira. Lado da fachada principal com portal principal de arco apontado. Coro-alto com balaustrada de madeira. Fenestrações do lado da Epístola e sobre o pórtico principal. Lado do Evangelho marcado por baptistério, púlpito quadrangular com bacia em pedra, sobre consola e acesso por escada de cantaria. Janelão rectangular em plano superior e altar lateral. Lado da Epístola com arcosólio de arco quebrado e portal de arco rebaixado ladeado por 2 altares. Janelão igual e no enfiamento do fronteiro. Tecto de madeira de caixotões policromados. Arco triunfal a pleno centro, emoldurado por talha dourada e ladeado por 2 altares. Capela-mor tem, no lado do Evangelho, porta para a sacristia. Do lado fronteiro, 2 janelões rectangulares.
Altar-mor, a que se tem acesso por 3 degraus recortados, com retábulo em talha dourada com tribuna. Tecto de madeira de caixotões policromados.
Época:
Séc. XII/XIII
Morada:
Largo artur Soares de Almeida, Escamarão
Caracterização:
Arquitectura religiosa, românica e gótica, com origem no séc. XII. Igreja de planta longitudinal sem transepto; nave única e capela-mor de menor secção e volumetria; pórtico central e pórtico lateral; arco triunfal de arco apontado assente em impostas; muros de acentuada espessura; fenestração ogival geminada; cachorrada; siglas.
Descrição geral:
Estima-se do Séc. XII, pela existência de rosácea no transepto - que marca o desenvolvimento do estilo gótico e suas inovações técnicas. Tem azulejos mudejares hispano-arabes nos altares do arco trinunfal, já de provável reconstrução no séc. XV. O edifício apresenta rara característica na distorção de verticalidade ao nível dos alçados principal e posterior do corpo da nave.
Descrição técnica:
Planta longitudinal, composta pela justaposição dos rectângulos da nave e capela-mor, com volumes articuladoss e diposição horizontalista das massas. Coberturas diferenciadas de telhados de 1 e 2 águas, e embasamentos.
Fachada principal: orientada a Oeste, com portal de acesso de arco apontado com arquivoltas decoradas com flores estilizadas e esferas, apoiadas em impostas; fresta central, mísulas e arco a pleno centro vazado portante de sino, no remate das duas águas do telhado completam a fachada. Pouco abaixo da empena angular alarga-se ligeiramente o pano murário para, à laia de chanfro, limitar pelo seu recorte a cachorrada que à mesma altura segue nos alçados laterais. Alçado Norte: embasamento para nivelamento do piso; 2 frestas; cachorrada e cornija. Junto à capela-mor, corpo da sacristia com janelaquadrangular incaracterística e no outro alçado porta. Parcialmente visível o corpo da capela-mor em plano mais recuado, é composto de cachorrada e cornija.
Alçado Este: janelão de arco apontado geminado e decorado com bolas. Empena angular de altura superior ao telhado com cruz no fecho do alçado.
Em plano mais recuado e de maior pé direito, corpo da nave, com rosácea e de recorte angular que a mesmo nível da cachorrada lateral limita o recorte da fachada principal.
Alçado Sul: portal de arco apontado assente em impostas; mísulas; cachorrada; cornija. Corpo da capela-mor em plano mais recuado composto por fresta; cachorrada e cornija.
Interior:
Igreja de nave única, capela-mor e sacristia, com tecto de madeira.
Arco triunfal de arco apontado assente em impostas.
Altar-mor em talha dourada.
Altares laterais forrados a azulejo.
A capela-mor do Lado do Evangelho possui porta de comunicação com a sacristia que por sua vez dá acesso ao exterior.
Tecto de madeira policromada.
Época:
Séc. XII / XIII
Morada:
E.M. 1011 - Largo do Mosteiro, Tarouquela
Caracterização:
Arquitectura religiosa, românica, gótica e maneirista. Mosteiro feminino da Ordem regrante de Santo Agostinho, reaproveitado pela Ordem de São Bento, de que resta a igreja, de nave única, com capela-mor mais estreita e baixa, com contrafortes exteriores. Escassamente iluminada por óculos e seteiras e pórticos de volta perfeita ou apontados. Remate em cornija com cachorrada. Retábulo de talha policromada maneirista.
Descrição técnica:
Planta longitudinal composta irregular, volumes articulados (nave única, torre sineira, capela-mor e capela adossada ao lado esquerdo da capela-mor) e disposição horizontalista das massas. Cobertura diferenciada de telhado a uma e duas águas. Fachada principal voltada a O., com pórtico de arco apontado, seis colunelos com capitéis insculpidos, três arquivoltas e tímpano. Sobre as impostas, dois mamíferos, quadrúpedes, abocanham, pelos pés, o que parece ser uma criança. Sobre o pórtico, uma fenestração de arco a pleno centro e empena angular com cornija encimada por cruz. Lateralmente, torre sineira cega e campanário com arco a pleno centro. Remate em cornija, pináculos e cobertura em pirâmide coroada por bola e cruz metálica.
Alçado N. tem, no volume da nave, duas fenestrações de arco a pleno centro. Remate em cornija, apoiada em cachorros; No corpo da capela-mor, contrafortes até sensivelmente 2/3 do comprimento. Existência de friso decorado. Duas fenestrações de arco apontado, cachorros portantes da cornija.
Alçado E. é cego na capela-mor, com remate em empena, tendo cornija e cruz no vértice. No corpo da capela lateral, óculo polilobado.
Alçado S. marcado pelo corpo da torre sineira e escadaria de acesso. Pórtico lateral com arco apontado e tímpano. Existência de friso e duas fenestrações de arco apontado. Cachorrada, suportando a cornija. Capela lateral com duas janelas geminadas. Cachorrada sustentando a cornija. A sua frontaria nasce do contraforte do cruzeiro da igreja e é rasgada por uma porta ogival de toros e meias canas nas arquivoltas internas. Os modilhões da cornija apresentam-se decorados com motivos fito e zoomórficos. Existência de contrafortes e gárgulas.
INTERIOR de nave única com capela-mor profunda e arco triunfal de arco apontado, com vestígios de policromia, ladeado por dois altares. Tecto de madeira. As paredes laterais da igreja encontram-se marcadas com arcos ricamente decorados apoiados em colunelos de capitéis historiados, o mesmo sucedendo com os interiores das fenestrações. Dois altares laterais em talha encontram-se respectivamente do lado do Evangelho e da Epístola. Frisos insculturados rodeiam a igreja. Do lado do Evangelho, um púlpito com guarda em talha dourada, nicho onde se insere a pia baptismal. Capela-mor com três arcos de volta perfeita, decorados, apoiados em colunelos de capitéis historiados. São cegos e encimados por friso decorado. Duas fenestrações de arco de volta perfeita com o perfil e os colunelos decorados. Altar-mor de talha. Dois arcos de volta perfeita, decorados, ladeiam a porta, de arco a pleno centro, de acesso à Capela lateral. Existência de friso decorado. No segundo registo, dois arcos de volta perfeita, decorados, um deles cego, o outro encimando a porta, com fenestração à laia de seteira. Tecto em falsa abóbada de berço, de madeira pintada. Capela lateral com porta comunicante com a capela-mor. Friso decorado, com motivos geométricos, sobre o qual assenta a janela de arco de volta perfeita, fenestrada como seteira, com duplo par de colunelos. Iluminação efectuada através de óculo polilobado e 2 janelas geminadas..
O rio Paiva situa-se no centro-norte de Portugal e está incluído em território da Rede Natura 2000, classificado como Sítio de Interesse Comunitário (SIC). Com aproximadamente 110 km de extensão, nasce no planalto da Nave, na Serra de Leomil - concelho de Moimenta da Beira e desagua em Castelo de Paiva, na margem esquerda do rio Douro.
O SIC Rio Paiva corresponde a uma área de 14 562 HA que abrange, ainda que parcialmente, os concelhos Arouca, Castelo de Paiva, Castro Daire, Cinfães, Moimenta de Beira, São Pedro do Sul, Sátão, Sernancelhe, Vila Nova de Paiva e Viseu.
Apresenta uma elevada diversidade de espécies, habitats e ecossistemas, alguns dos quais considerados prioritários a nível europeu, tais como bosques de amieiros (Alnus glutinosa) e freixos (Fraxinus excelsior) formando galeria, frequentemente ladeada por carvalhais de carvalho-alvarinho (Quercus robur) fragmentários. A diversidade florística é considerável e sublinha-se a continuada ocorrência de Narcissus bulbocodium, Narcissus triandrus, Ruscus aculeatus e Anarrhinum longipedicellatum (endemismo lusitano) – espécies com medidas de protecção a nível europeu. Sustenta-se ainda numa fauna muito rica e variada, com especial destaque para a toupeira-de-água (Galemys pyrenaicus), a lontra (Lutra lutra), o lagarto-de-água (Lacerta schreiberi), a salamandra-lusitânica (Chioglossa lusitânica), a rã-ibérica (Rana iberica) e o tritão-marmorado (Triturus marmoratus). Merecem ainda destaque a presença de algumas espécies piscícolas endémicas, como a boga (Chondrostoma polylepis), e a ocorrência de uma das raras populações de mexilhão-do-rio (Margaritifera margaritifera).
Estão também presentes mamíferos como a raposa (Vulpes vulpes), o ouriço-cacheiro (Erinaceus europaeus), o javali (Sus scrofa) e o coelho-bravo (Oryctolagus cuniculus). No caso do lobo (Canis lupus), constitui uma importante zona de passagem entre as Serras de Montemuro, Freita/Arada e Lapa/Leomil.
Atravessa a área do concelho de Cinfães no limite do território, entre Travanca e Souselo, onde delimita a fronteira com os concelhos de Arouca e Castelo de Paiva.
O Sampaio, ou vulgo Senoso, é um curso de pequena dimensão.
Nasce nas franjas da serra de Montemuro – freguesia de S. Cristóvão de Nogueira e, por entre falésias da mesma freguesia, vai desaguar no Douro, criando um dos locais mais emblemáticos do território na foz.
A foz do rio Sampaio, em plena bacia do rio Douro, é um local de paixão. Tem um percurso pedestre ao longo do curso do rio, que confere paisagens únicas de um ecossistema autossuficiente com diversos contrastes entre a flora de raízes tropicais, e a água, onde as cascatas, correntes e poços de água vão fazendo o caminho por entre as rochas e os moinhos que se foram construindo ao longo dos séculos.
O rio Bestança é um rio Português do Concelho de Cinfães que nasce a 1229 metros de altitude em plena Serra do Montemuro. Tem uma extensão de cerca de 13,5 quilómetros e desagua em Porto Antigo, na margem esquerda de uma das melhores albufeiras do Douro, entre as freguesias de Oliveira do Douro e Cinfães.
O seu nome advém do termo "Bestias", que significa correr naturalmente em zona de fauna e flora selvagem. Tem uma vegetação ribeirinha bem estruturada e águas límpidas que o tornam um dos rios com melhor qualidade ambiental.
Dado o elevado grau de conservação natural de todo o curso fluvial e como ecossistema sustentável de indiscutível importância, o rio Bestança foi integrado na Rede Natura 2000, como parte integrante do sítio do Montemuro (Biotopo Corine), assumindo uma importância ecológica nacional e internacional de exponencial valor.
O Bestança é um rio com vertentes íngremes e declivosas, com uma elevada capacidade erosiva, sendo um rio pouco evoluído em termos de alargamento do seu vale, estreito, em forma de v, reunindo condições favoráveis à presença de quedas de água (fragas da penavilheira, cascatas da ribeira de tendais e enxidrô, etc.).
A bacia hidrográfica do rio Bestança encontra-se densamente arborizada com espécies autóctones em estado de completa preservação, que completam uma floresta mista de Carvalhos, Castanheiros (Castanea sativa), Loureiros (Laurus nobilis), Salgueiros (Sallis sp.), amieiros (Alnus glutinosa) e algumas árvores de fruto como nogueiras (Juglans regia) e azevinhos (Ilex aquifolium).
Na diversidade faunística, encontram-se diversas espécies como a Lontra (Lutra lutra), a Salamandra Lusitana (Chioglossa lusitanica) e a Truta (Salmo trutta), que dependem do equilíbrio constante e naturalmente ecológico do curso fluvial e da manutenção dos habitats ribeirinhos. A área envolvente ao curso do rio abriga também outras espécies de avifauna das quais se destaca a águia-real (Aquilla chrysaetos).
Ao nível da ocupação e usufruto do solo, a bacia de drenagem fluvial é bastante limitada na ação humana, apresentando apenas pequenos aglomerados rurais circundados por terrenos de produção agrícola, e onde na maioria das vezes se desenvolve uma ação de mera subsistência familiar.
De referir a sua riqueza etnográfica e cultural, preservada ao longo de gerações por elementos resistentes como moinhos, palheiros, pontes de pedra, calçadas, e até achados arqueológicos. As águas correntes são, entre os agentes externos, aqueles que mais se evidenciam na moldagem do relevo e o rio Bestança com os seus afluentes, não constituem qualquer exceção, sendo os maiores responsáveis pela configuração e formato da paisagem do Vale do Bestança.
Na margem direita do rio Bestança, os ribeiros de Ourique e Alhões são os mais importantes; e, na margem oposta, os ribeiros de Enxidrô, Prado, Tendais e Canadas são os que lhe fortalecem o caudal. A abundância de águas, propiciada pelo substrato granítico, imprime a grande parte da bacia hidrográfica do rio Bestança um tom completamente verde natural, gerado pela densa floresta que as águas enriquecem.
A bacia do rio Bestança é limitada a levante pelo Rio Cabrum e a Ocidente pelo curso revoltoso do ribeiro de Sampaio.
O Douro é o 2º maior rio da península Ibérica. Nasce no Norte de Espanha a cerca de 2080 metros de altitude, na província de Sória - picos da Serra de Urbião,GPS (42.007121, -2.879944), (Sierra de Urbión), e atravessa quase todo o norte de Portugal para vir desaguar no Porto.
Tem 927 km de comprimento e o seu curso é largo e pouco caudaloso que corre, na maior parte das vezes, entre vales e/ou fraguedos de canal profundo.
A UNESCO incluiu, em 14 de Dezembro de 2001, a Região Vinhateira do Alto Douro – uma das envolventes, na lista dos sítios classificados como Património da Humanidade, na categoria de paisagem cultural.
Em Cinfães, a albufeira de Porto Antigo – criada pela bacia hidrográfica barragem do Carrapatelo e a própria foz do rio Bestança, apresenta-se como uma das mais belas paisagens do caudal.
O Douro, que serpenteia entre as arribas, também nelas demonstra onde vivem e/ou nidificam abutres, grifos, águias, pombos bravos, andorinhas, etc., e nas ladeiras do mesmo, a perdiz, a rola o estorninho, o melro, o papa figo etc.
Dentro das matas de zimbros, estevas, carvalhos sobreiros e pinheiros, e outras variedades de vegetação das encostas, podem ainda encontrar-se espécies cinegéticas, que são uma das maiores riquezas naturais da região: a corça o javali o coelho, a lebre o lobo a raposa o texugo, a gineta etc.
Foi e é, atualmente, uma importante fonte de riqueza para a região.

A Rota do Vale é um percurso linear, com duas portas de entrada, que pode ser iniciado no Largo da Nogueira , na aldeia de Vila de Muros, ou nas Portas de Montemuro, junto da capela das Portas.
Desenrola-se num dos vales mais bonitos de Portugal, o Vale de Bestança, e ao longo de um dos rios mais limpos da Europa - o rio Bestança.
Este percurso conduz-nos por locais de elevado interesse paisagistico, cultural e arquitetónico, tais como: o Prado do Bestança; Ribeira de Tendais; Rio Bestança; Ponte de Soutelo; Eira Comunitária do Bustelo; Serra de Montemuro; Capela e Muralha das Portas de Montemuro.

Este é um percurso linear que tem início na Loja Interactiva de Turismo de Cinfães ou no Centro de Interpretação Ambiental do Vale do Bestança.
Seguindo o sentido aconselhado, inicia-se pela estrada de asfalto em direção a Este, e após subir um pouco sai da Vila por um trilho entre casas.
Depois, prossegue por uma estrada de terra batida até à estrada de asfalto.
Segue um pouco na estrada de asfalto e vira à esquerda por um trilho antigo entre muros. Continua por uma antiga calçada medieval que leva a Pias, cruza a E.N. 222 e entra nas ruas estreitas que leva ao Centro de Interpretação Ambiental do Vale do Bestança.

O percurso pedestre do Vale de Aveloso é um percurso circular em forma de oito, com início e fim na junta de freguesia de Tendais.
Passa pela aldeia de Macieira e segue por calçadas e caminhos entre muros até à ribeira de Covais. Após atravessar a ribeira segue para Aveloso.
Este percurso conduz-nos por locais de elevado interesse paisagistico, cultural e arquitetónico, tais como: o Prado do Bestança; Ribeira de Tendais; Rio Bestança; Ponte de Soutelo; Eira Comunitária do Bustelo; Serra de Montemuro; Capela e Muralha das Portas de Montemuro.

Este percurso pedestre tem início e fim junto à eira da Laje, em Bustelo, uma aldeia tradicionalmente serrana.
Passa na eira grande, uma lage de granito de grandes dimensões que se destaca no meio dos socalcos e prossegue no trilho para sul, que o leva até a povoação de Alhões contornando as estreitas ruas deste lugar.
Continua depois para Oeste, em direção ao vale do rio Bestança por antigas calçadas e trilhos. Depois de passar o rio Bestança duas vezes, sobe uma última vez até chegar novamente à povoação de Bustelo.

Percurso circular com início e fim no parque de lazer de Alhões. Inicia-se pela estrada de asfalto, virando logo à esquerda por uma estrada de terra batida que em seguida começa a ser murada.
Chega a uma antiga calçada que atravessa várias linhas de água onde o percurso segue pela direita.
Continua em direção ao planalto, segue por um trilho entre muros até ao cruzamento onde o percurso prossegue pela direita até Alhões.
Atravessa toda a aldeia, cruza a estrada de asfalto entrando numa outra calçada, até ao parque de lazer.
Categoria: Área Verde
Tipologia: Natureza / Parque
Morada: Mourilhe - Rio Douro, S. Cristóvão de Nogueira
Coordenadas (Centro): 41.084843°; -8.120216°
Caracterização:
Espaço de natureza e sossego singular, a foz do rio Sampaio em plena bacia do rio Douro, é um local de paixão. Tem um percurso pedestre ao longo do curso do rio, que confere paisagens únicas de um ecossistema autossuficiente com diversos contrastes entre a flora de raizes tropicais e a água onde as cascatas, correntes e poços de água fazem o caminho entre as rochas e os moinhos que se foram construindo ao longo dos séculos.
O espaço de Mourilhe, anexo À ribeira é uma marginal circundante à barragem de Carrapatelo, com as mais diversas valências de apoio ao lazer como estacionamentos, espaços de merenda, ciclovia e estabelecimentos.
Categoria: Área Verde
Tipologia: Natureza / Parque
Morada: Floresta, Cinfães
Coordenadas (Centro): 41.060940°; -8.093437°
Caracterização:
O parque da floresta do Ladário é um espaço de identidade própria, com condições naturais únicas, assentes no conjunto de espécies florestais que marcam a história e tipologia do local.
A partir da qualidade do parque florestal existente, o Município organizou um projeto de requalificação paisagística que veio refuncionalizar o espaço existente, transformando-o numa área de lazer com forte potencial para atividades lúdicas, culturais e de fruição natural.
Tem vindo agora a ser utilizado para a prática de caminhadas nos vários percursos pedestres existentes, e para o treino e desenvolvimento de BTT (ciclismo de montanha), pelas grandes vantagens que oferece para a modalidade.
Em tempos foi uma arte que existiu no Vale do Bestança e teve o seu lugar de destaque, mas hoje em dia é uma arte que caiu em desuso.
Cada produto tinha funcionalidades diferentes. Eram feitos cestos para as vindimas, cestas para a apanha das uvas e gigas para os mais diversos fins. Nos tempos atuais as vasilhas de plástico arruinaram este trabalho manual.
O cesteiro fazia a compra das varas de madeira de castanho, zangarinheiro e o lodo, por fim comprava a austrália que utilizava como pau grosso para a costelaria (fundo da peça ou vasilha e alguns elos das partes laterais).
As ferramentas utilizadas para a concretização do artigo eram poucas: cutelo, fouce, bernardo, tropeço e a navalha para limpara a obra.
Os cesteiros costumavam fazer as feiras de Nespereira e Cinfães.
O cesteiro trabalhava em casa, mas muitas eram as vezes que se deslocava para casa dos clientes mais abastados que lhe dava o sustento e lhe pagava para consertar os cestos e cestas principalmente, na época que antecedia as vindimas, lá permanecia durante semanas, quando as freguesias eram distantes da sua e as caminhadas eram longas e penosas para realizar todos os dias.
Nos tempos passados, em Boassas o ofício da lataria foi em tempos modo de vida para muita gente e ganhão pão de muitas famílias, embora hoje em dia o plástico faça concorrência. Um latoeiro teima em afrontar os tempos adversos à arte e todos os dias, com exceção do Domingo. Existem vários utensílios para o auxílio deste trabalho, como por exemplo a máquina de lataria, serve para a fabricação de regadores, lampiões, candeias, cântaros, funis, entre outras coisas.
Hoje em dia solda a sua obra com o bico a gás, mas antigamente empregava o ferro a carvão que mantinha todo o dia aceso.
Nos tempos antigos vendiam o produto nas feiras do concelhos limítrofes. As mulheres e os filhos dos latoeiros acompanhavam-nos com quota parte do carrego, com eles levavam o farnel num saco composto de pão, sardinha, batatas quando as havia e uma botelha de vinho.
Percorriam caminhos vergados sob o peso das mercadorias.
O atual latoeiro compara os preços de antigamente com os de agora e vê o quanto se alteraram.
A palha é a matéria prima, encontra-se nas encostas do Montemuro. Nestas leiras amanhavam a terra, semeavam e tratavam do centeio ao mesmo tempo que pastoreavam o gado que se espalhava pela serra.
A malhado produto era realizada na “Eira das Pardelhas”, esta, é situada na vertente montemurana defronte da aldeia de Alhões. Neste local juntavam-se as chapeleiras para adquirir os molhos de palha de centeio, após o negócio, os molhos traziam-se para casa à cabeça.
O centeio era malhado em molhos amarrados pela nagalheira por homens a soldo do dono dos alqueives que utilizavam o mangual para a realização do trabalho.
Porém, havia, e ainda há, outro tipo de aquisição de palha: semeada nas veigas e comprada ao lavrador, esta palha é cortada antes da espiga ter germinado o grão. É cortada por alturas de maio.
Antes de começar o processo para efetuar os vários produtos é necessário a separação da palha, ou seja, a mais fina da mais grossa.
Antes de entrançar, a palha é molhada num balde com água.
A trança é feita, geralmente, com três palheiras.
A venda da obra executada era feita nas feiras de dentro e fora do concelho.
Transportavam o produto do seu trabalho à cabeça e deslocavam-se a pé até ao local onde era realizada a venda.
Devido aos penosos Invernos de neve, haviam feiras que ficavam por fazer.
No dia antes das feiras faziam-se os últimos preparativos.
O dinheiro ganho nas vendas servia para auxiliar no sustento da casa.
Hoje em dia, alguns trabalhos de artesanato são vendidos na loja interativa de Cinfães ou no Museu Serpa Pinto e esporadicamente, quem pede alguma encomenda.
Categoria: Aldeia Popular
Tipologia: Cultural/Espaço etnográfico
Morada: Vale de Papas, Cinfães
Coordenadas: 41.025081°; -7.990744°
Caracterização:
Aldeia típica de raízes frias e contidas, com um aglomerado rural concentrado, que propõe uma das melhores experiências rurais. Com tradição de gado e cereais, é basicamente composta de pequenas edificações de pedra e telhado de colmo, com planta retangular e um único compartimento, onde constam a lareira com cozinha e forno, e a alcova com cama e pequena zona de descanso. Paralelamente, predomina um forte conjunto de cortes de gado para animais e espigueiros para armazenamento da produção agrícola.
O núcleo rural central apresenta uma eira comunitária, com arrecadação, capela e calçadas com origem no período romano.
Descrição geral:
Habitações com telhado de colmo, eira comunitária e arrecadação, espigueiros de cereais, capela, calçadas romanas, prados, gado e agropecuária, artesanato.
Localizada nos limites do concelho, em plena Serra do Montemuro, a cerca de 1100 metros de altitude, a aldeia da Gralheira é também conhecida como a “Princesa da Serra”.
Com uma paisagem deslumbrante, rodeada de lameiros férteis e verdejantes, propícios à criação de gado, esta é uma das atividades principais na aldeia e uma das principais fontes de riqueza das suas gentes.
Esta localidade é conhecida pelos seus invernos rigorosos e pelas quedas de neve, que acontecem com alguma regularidade e que oferecem panoramas magníficos a partir deste local.
No centro da povoação ainda é possível vislumbrar algumas casas típicas, construídas com granito e algumas delas, ainda cobertas de colmo.
Esta aldeia é caraterizada também pela sua população unida e dinâmica, destacando-se ainda a gastronomia local, divulgada e dinamizada pelos dois restaurantes aqui existentes, que brindam os seus clientes com fantásticas iguarias, como a vitela arouquesa, cabrito e anho assados em forno de lenha, cozidos, arroz de salpicão, entre outros.
Localizada na encosta do Rio Bestança, a aldeia de Bustelo (ou Bustelo da Lage) carateriza-se pelo seu aglomerado rural, a envolvente de caminhos empedrados, os moinhos, palheiros e espigueiros.
As eiras, característicos espaços planos, lajeados de granito, com boa exposição solar, onde ainda hoje os habitantes partilham as tarefas agrícolas e é ponto de encontro e convívio.
As tradições estão ainda muito presentes no quotidiano e a agricultura é uma parte integrante da vida nesta aldeia.
Sendo um reflexo da cultura popular da Serra, nesta localidade são percetíveis as disparidades geográficas, ambientais e paisagísticas entre a Serra do Montemuro e o Vale do Bestança.
Com uma posição privilegiada, enquadrada no Vale do Bestança e debruçada sobre o Rio Douro, a aldeia de Boassas integra a rede das Aldeias de Portugal desde 2005.
Caraterizada pelas suas ruas estreitas e pátios típicos, rodeada de natureza e paisagens de cortar a respiração, detém um património edificado, de grande valor com vários edifícios nobres, centenários a merecerem destaque.
Lar de uma das mais ilustres figuras do concelho, o explorador Alexandre de Serpa Pinto, esta aldeia participou também, em 1938 no célebre concurso do Estado Novo, para eleição da Aldeia mais Portuguesa de Portugal.
Refira-se ainda que é nesta aldeia que se pode ver a única árvore de interesse público do concelho de Cinfães, um cipreste-comum com mais de 150 anos.
Localizada nos limites do concelho de Cinfães, na parte mais elevada do mesmo, esta capela teve origem num nicho com imagem de Nossa Senhora do Amparo, ao qual começavam a acorrer peregrinos, aumentando significativamente o número de devotos.
Em 1758, a população da aldeia de Alhões constrói no mesmo local uma capela.
Hoje em dia esta é apenas utilizada para celebrar eucaristia no dia em que aqui se realiza a feira anual, no terceiro domingo de Agosto.
Devido à sua localização, há já alguns anos que esta capela não possui qualquer imagem no seu interior, pois todas as que aí se encontravam foram furtadas.
Santo Irício foi freguesia, apenas extinta e incorporada em Nespereira no ano de 1836.
Adquiriu autorização para instalar o sacrário na última década do século XVIII.
No interior estão as imagens de S. Irício, Sagrado Coração de Jesus, Santo António e São Miguel Arcanjo.
Trata-se de uma Igreja muito antiga (séc. XIII) que tem como orago o milagroso Santo Irício. Além da imagem do Orago possui ainda as do Sagrado coração de Jesus e Santo António, e uma outra que representa S. Miguel Arcanjo a matar o demónio.
A parte do altar-mor foi construída no ano de 1864, e só no início do séc. XVIII é que esta igreja passou a ter sacrário, pois, até esta data, o santíssimo da igreja matriz também servia aos devotos de Santo Erício. A mesma fazia parte da freguesia de Santo Irício, que foi incorporada na de Nespereira em 1836.
Segundo nos relata M. Gonçalves da Costa, a paróquia do guerreiro Mártir Santo Irício é fundação dos Beneditinos de Alpendurada.
A principal dificuldade reside na identificação do padroeiro, cujo nome não consta do martirológio romano. Faria parte dos 40 mártires da legião de Sebaste entre os quais aparece um tal Iziquio.
Só na última década do séc. XVIII obteve autorização para instalar o sacrário. O Santíssimo para os enfermos era conduzido da matriz.
Da origem da capela não há grandes registos. Sabe-se, contudo, que no início do século XVIII já aqui, por onde passava uma estrada medieval, e aqui se realizava a feira da freguesia de Tendais. É portanto provável, que nessa altura a capela já existisse.
Devido à pureza dos seus ares serviu este local também para tratar a tuberculose, pelo que a casa junto à capela - construção do século XIX pode ter também servido pata abrigo de doentes ou de passantes ocasionais, em complemento do apoio do culto.
Diz-se que no vento sopram muitas histórias deste campo, as das gentes que o percorreram e que aqui enterraram os seus defuntos, das que aqui adoraram os seus deuses, das que fizeram e desfizeram os seus negócios e das que ainda hoje, no dia 29 de Junho, aqui celebram a adoração ao são Pedro.
A meia encosta, na abrangência natural da Serra de Montemuro, o restaurante Tendais está colocado no lugar de Fermentãos, com panorâmica privilegiada sobre a serra e o vale.
Com os mais famosos petiscos do destino, seja a hora que for, o ambiente familiar da casa proporciona as melhores experiências para turistas e visitantes de passagem.
Daqui se pode apreciar a natureza de uma forma particular, no contato direto com a ruralidade mais caraterística de toda a envolvente. E a visita não pode ser a mesma sem a prova/degustação dos pratos tradicionais de Cinfães, acompanhados com o bom vinho verde desta terra.
A ponte de Covelas situa-se na freguesia de Ferreiros de Tendais, Concelho de Cinfães, mais precisamente no lugar de Covelas. Fazendo a travessia do rio Bestança entre as freguesias de Ferreiros e Tendais.
Tipologicamente trata-se de uma ponte moderna de estilo barroco construída em granito. Apresenta tabuleiro em cavalete, com cerca de 27m de comprimento, e o arco que a sustenta é de volta perfeita. A largura do tabuleiro é de cerca de 4m, apresentando guardas de ambos os lados com uma altura máxima de 50/60cm. Apresenta uma calçada lajeada constituída por pedras bem talhadas. Tendo sido um dos pontos mais importantes na travessia do rio Bestança durante mais de dois séculos.
Embora se teorize que esta ponte teria uma origem medieval, devido à sua construção em cavalete, as Memórias Paroquiais de 1758 referem apenas a travessia deste ponto do Bestança por uma ponte de madeira (http://arqueologia.patrimoniocultural.pt/). Ao centro do tabuleiro é possível identificar um cruzeiro assente numa epígrafe, a inscrição remete para a construção do monumento em 1762. É ainda possível identificar no início do tabuleiro da ponte, na margem oeste, um outro cruzeiro danificado, também assente numa epígrafe (contemporânea da primeira). Este apresenta na pedra de suporte um talhe de forma quadrangular, possivelmente onde existiria alguma imagem religiosa. Há ainda a destacar um silhar com talhe em forma de nicho, pertencente a uma das guardas, de funções desconhecidas.
Em pleno Douro, no concelho de Cinfães, a casa do Casal de Vila Pouca está inserida no Vale do Rio Bestança, integrado na rede Natura 2000 pela sua biodiversidade e habitat natural.
No seio de uma rara e virgem natureza, proporciona um excelente ambiente de repouso e lazer. Dispõe de casas confortavelmente recuperadas e acesso direto ao rio Bestança, bem como um conjunto de caminhos e acessos pedestres de convívio com a natureza pelo meio dos pomares, da vinha e da frescura da floresta.
Quartos c/ wc: 9 (Camas individuais: 9);
Localização: Rua de Vila Pouca, Pias, 4690-867 Cinfães;
Coordenadas: 41.069643°; -8.072243°
Tel.: +351 916 422 172; +351 9142 220
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A boa comida e o atendimento de excelência são o grande estandarte. Alimentos confeccionados com o maior cuidado, quer a nível das medidas de higiene, como ao nível do sabor, textura e apresentação, e colaboradores profissionais em cada uma das suas áreas de actividade, com larga experiência no mercado.
Pode encontrar-se os melhores exemplos da fusão gastronómica, contando com o melhor conhecimento e experiência para servir de forma eficiente, pratos de elevada qualidade.
Cozinha regional e com pratos assumidamente regionais, o restaurante apresenta um ambiente familiar, numa das encostas da envolvente à serra de Montemuro, em plena vila de Nespereira.
Com especialidade na posta e costeleta de vitela arouquesa, o restaurante Faria convida a uma incursão pela cultura tradicional das terras de Cinfães, degustando os mais ricos e combinados sabores.
O Restaurante Penedo de Sta. Bárbara, é um estabelecimento tradicional de gestão familiar, onde o padrão utilizado na ementa prima pela gastronomia tradicional das famílias rurais, já muito raro na rotina das pessoas.
De decoração simples e modesta, a maior satisfação ocorre nos petiscos caseiros e no bom vinho das terras de Cinfães. Nos pratos, surge o grande empenho na raça arouquesa (vitela e bife), e no cabrito/anho assado no forno - sobretudo nos fins-de-semana.
Serve pratos do dia em doses e meias doses, mantendo o espírito mais típico destas terras.
Morada – Rua general Humberto delgado,22 4690-040 Cinfães
Telefone – 351 255561236
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Web site – www.varandadecinfaes.webnode.com
Coordenadas
Descrição interior
Cozinha equipada com forno a lenha, sala de refeições com capacidade para 80 pessoas, lavandaria, churrasqueira, 21 quartos com wc privativo, ar condicionado, tv.
Outros serviços
Casamentos/ batizados/ comunhões/ outros eventos
A Quinta da Vinha Velha é um espaço habitacional, longe do bulício das cidades, que combina de forma harmoniosa o rústico e o moderno, com todo o conforto indispensável ao bem-estar físico e mental.
O meio envolvente é arrebatador, para além de educativo, nomeadamente para as crianças, é surpreendentemente calmo para os papás. É possível desfrutar da paisagem típica e sedutora das encostas durienses, dos encantos do rio Douro, tomar contacto com a vinha, o olival, e tantas outras preciosidades e sensações que a agricultura e os campos nos dão a conhecer.
É mágico à noite, contemplar os pontos luminosos nas encostas do rio, saborear a brisa que nos invade no logradouro paisagístico do empreendimento, acordar com o silvo melodioso dos passarinhos e receber o ar puro da natureza.
Este é sem dúvida um ambiente familiar sereno, retemperador de energias e que estamos seguros tranquilizarão a ansiedade prévia ao início de umas férias.
Aqui o tempo parou…! A natureza absorve-nos e procurámos neste pedaço de paraíso ir ao encontro de bem-estar e sonhos dos nossos Clientes.
Venha experimentar, temos a certeza que irá voltar!
Detentora do “Selo de Qualidade” atribuído pela Rota do Românico.
Combinando o encanto rústico com as comodidades funcionais que hoje se exigem, a Casa de Campo de Enxidrô é a única habitação de uma quintinha de 5000 m2, no VALE do RIO BESTANÇA (um dos rios menos poluídos da Europa), entre a SERRA do MONTEMURO e o RIO DOURO.
Toda a casa está muito bem equipada e preparada para acomodar famílias ou grupos de amigos para passarem umas férias ou fins-de-semana, possuindo uma acolhedora sala com lareira, aquecimento central, ampla cozinha, mobiliário de exterior, etc.
Os pátios e a zona relvada em redor da casa são de uso exclusivo dos hóspedes. Possui piscina portátil sazonal, com cerca de 4000 l de água, mas está projetada a construção de uma em betão.
Envolvência repousante com paisagem verdejante e aldeã, onde ainda se pratica agricultura tradicional.
A região é ideal para fazer percursos pedestres, de modo a apreciar as paisagens magníficas e a riquíssima biodiversidade.
Os animais são bem-vindos. O lema é a promoção de um TURISMO em AMBIENTE RURAL e em HARMONIA COM A NATUREZA.
Quartos c/ wc: 2 (Camas duplas: 1; camas individuais: 3);
Localização: Lugar de Enxidrô - Tendais, 4690-755 Cinfães;
Coordenadas: 41.047703°; -8.063422°
Tel.: +351 913 444 411 / 351 962 926 336
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Varanda suspensa sobre o Rio Douro, com posicionamento em espaço rural, a Casa Altamira proporciona o prazer da contemplação de um dos mais belos e importantes vales de Portugal.
Construída no século XIX, a casa possui uma traça arquitetónica robusta, de inspiração Belga e do norte de França, historicamente representativa da época e associada às companhias que empreenderam a construção da linha ferroviária do Douro.
Totalmente renovada, com uma decoração rica em detalhes, a casa Altamira dispõe do conforto e das facilidades modernas, sem perder a familiaridade de habitação no Espaço Rural.
Quartos c/ wc: 8 (Camas individuais: 1; Camas duplas: 7)
Localização: Espadanedo, 4690-119 Cinfães;
Coordenadas: 41.082697°; -8.200125°
Tel.: +351 255 640 116 | +351 925 902 701
Mail: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.
Site: www.casaaltamira.pt
A freguesia de Travanca, localizada na margem direita do rio Paiva, teve povoamento anterior ao século XII.
A sua primitiva Igreja terá sido fundada antes do século XI, no entanto desta nada resta. A igreja recebeu sacrário, pela primeira vez, a 6 de Abril de 1760, por licença passada pelo arcediago da sé, Luís Monteiro de Vide. Dos três altares, os laterais eram de invocação ao senhor Jesus e da senhora da Conceição.
Já no que respeita ao templo atual, as obras foram iniciadas em meados do séc. XVIII e concluídas em 1803, e os altares laterais eram de Invocação do Senhor Jesus e da Senhora da Conceição.
No altar-mor estão as imagens da padroeira, em madeira e a de São José. Nos laterais está o Sagrado Coração de Jesus, São Sebastião, Nossa Senhora da Livração, Beato Nuno Álvares Pereira, Santa Filomena, Santa Bárbara e Nossa Senhora de Fátima.
Souselo é uma das poucas localidades que possui documentação comprovativa da sua existência anterior ao século X, tendo um documento datado do ano de 870.
Integrou o concelho de Sanfins da Beira, até este ser extinto em 1855.
No interior, é composta pelo altar-mor, dois altares laterais, dois colaterais e dois púlpitos. A tribuna do altar-mor foi colocada pouco antes de 1719.
Em 1998 iniciaram-se as obras de beneficiação do interior do templo, foi colocado um novo teto, chão, as paredes foram restauradas e os altares pintados.
Foi também colocado um altar de pedra no corpo da capela-mor, limpa a parede exterior da igreja e procedeu-se ainda ao alargamento do adro e do respetivo empedramento.
O território de Ramires foi povoado desde há muito tempo, tal como comprovam os vestígios de fortificações que aqui se encontram, sendo provável que tenha sido repovoado no século XII por Mem Moniz.
No século XIII Ramires fazia parte de São Pelágio de Ovadas (Resende), aparecendo, no século XVI como anexa a Miomães (Resende). Fez depois parte do concelho de Ferreiros de Tendais até à extinção deste em 1855.
No que respeita à Igreja, esta é modesta, de pequenas dimensões. Foi recuperada durante o ano de 1993 e conta com as imagens de Santa Marinha e Santo António no altar-mor e Nossa Senhora do Rosário, Sagrado Coração de Jesus e Nossa Senhora de Fátima nos altares laterais.
Desde o século XII que Moimenta era referida como “Honra” ou “Villa honorata”, sendo elevada a paróquia pelos Monges de Alpendurada.
O altar-mor foi completamente reconstruído nos começos do séc. XVIII, e sabe-se que ainda em 1765 se encontraria por benzer.
A Igreja possuía três altares laterais, com colunas salomónicas decoradas com cachos e pássaros. O altar-mor foi reconstruído nos princípios do século XVIII e o retábulo parece ter sido recortado de maneira a caber no local onde se encontra, podendo ser proveniente de outro local.
Ao longo do tempo, este templo foi sofrendo alterações e nos anos 70 foram retirados os altares de madeira e o púlpito, nos anos 80 removeram-se todas as massas, quer das paredes interiores, quer das exteriores.
O altar-mor é embelezado pelas imagens do padroeiro, que data, provavelmente, do séc. XVIII e de Santo António. Nos altares laterais estão as imagens de Nossa Senhora do Rosário, Sagrado Coração de Jesus, São Pedro, Menino Jesus, São Sebastião e Nossa Senhora da Conceição.
Com Igreja documentada desde o século XI, esta foi abadia conventual por ação dos monges de Alpendurada.
Este templo apresenta uma forma alongada, sendo a capela-mor um acrescento.
Tanto a Igreja como a residência anexa têm um estilo apalaçado, de passagem do séc. XVII para o XVIII.
No interior os altares laterais são dedicados à Senhora do Rosário e do Nome de Jesus, sendo completado pelas imagens de São Martinho, Nossa Senhora da Assunção, S. Sebastião e São José no altar-mor e Santa Bárbara, Nossa Senhora do Rosário, Sagrado Coração de Jesus e Nossa Senhora de Fátima nos altares laterais.
Nas inquirições de Afonso III diz-se que João Mauro ouvira dizer que uma quarta parte desta igreja foi do Rei; outra quarta parte de Meana, mulher de Egas Moniz; outra quarta parte de herdeiros; e a outra quarta parte de Munio Pedro de Arouca.
Fica situada num extremo da freguesia, anexa a uma residência. Apresenta forma demasiadamente alongada, com um estilo apalaçado de passagem do séc. XVII para o XVIII, e tem portadas e janelas arqueoladas.
Bustelo começou por ser vila no sentido de fundo agrário romano, continuando na Idade Média no sentido administrativo. Em 1118 foi emitida carta de foral, com vista à povoação desta “villa” rústica, por D. Teresa e Múnio Froiaz.
Pertenceu ao concelho de Ferreiros de Tendais até à sua extinção em 1855, passando depois a integrar o concelho de Cinfães.
A Igreja é um templo modesto, construído com grandes blocos de granito, com torre sineira adossada à esquerda.
No adro, ainda hoje estão duas arcas tumulares antropomórficas, que parecem pertencer ao culto cristão na época da monarquia suevo-visigótica.
O interior do templo é simples, embelezado pelas imagens de São João Baptista e Nossa Senhora de Fátima no altar-mor e Sagrado Coração de Jesus, Menino Jesus, Santa Bárbara e Santo António, Senhora do Rosário, Santa Teresa, São José e São Sebastião nos altares laterais.
No adro da Igreja guardam-se duas arcas tumulares antropomórficas, uma delas com uma doble cruz nas extremidades e ao centro uma figura humana apenas delineada e posta de frente, flanqueada por duas cruzes de pontas em leque até fecharem em círculo.
A paróquia de Alhões nasceu com a nacionalidade, passando em 1140 a gozar de privilégios de vila, por foral outorgado por D. Mendo Moniz.
Pertenceu ao concelho de Ferreiros de Tendais até à data da sua extinção em 1855, passando a integrar o concelho de Cinfães.
Em 1726, a Igreja ainda não possuía sacrário, mas detinha já três altares, sendo os laterais dedicados à Senhora do Rosário e ao Nome de Jesus.
Em 1955 foram concluídas as obras de aumento e restauro da igreja, dando origem ao edifício atual, com torre sineira assente na lateral da fachada principal.
A decoração interior é escassa, contudo são visíveis as imagens de S. Pelágio e Nossa Senhora dos Remédios no altar-mor. Nos altares laterais estão Nossa Senhora do Rosário e Sagrado Coração de Jesus.
Tendais tem a sua origem anterior à fundação da nacionalidade, sendo que o primeiro documento de que há registo faz menção a este lugar data de 1109.
Em 1514, o concelho de Tendais recebe foral de D. Manuel I, sendo depois extinto em 1855, anexando-se ao concelho de Cinfães.
A Igreja matriz da paróquia de Tendais, cujo orago é Santa Cristina (de Bolsena), localizada no lugar de Quinhão, é uma reconstrução de 1767, de estilo barroco nacional tardio. O edifício actual, construído durante o governo pombalino, substitui um anterior, provavelmente medieval.
A torre sineira assenta no centro da fachada desta Igreja, de nave única. Tem no seu interior quatro altares, para além do altar-mor (dois laterais e dois colaterais).
O teto é decorado com uma representação da última ceia.
A aldeia de Espadanedo pertenceu ao concelho de Tarouquela até este ser eliminado, o que já teria acontecido nos finais do séc. XVIII, ligando-se depois ao concelho de Sanfins da Beira.
Consta nas Inquirições de 1258 que a Igreja de Espadanedo fazia foro a Santa Maria Maior de Tarouquela.
A Igreja é modesta e a sua origem deverá remontar à época medieval.
No princípio da década de 70, este templo sofreu algumas intervenções, sendo retirado o revestimento das paredes interiores e exteriores, ficando visíveis os blocos de granito, e foram retirados também os altares de madeira, sendo depois substituídos em 1999, por novos altares de pedra.
No interior deste templo são várias as imagens representando santos, nomeadamente São Cristóvão e Santo António no altar-mor, Sagrado Coração de Jesus, Santa Teresinha, São Pedro, São Sebastião, Nossa Senhora das Dores, Cristo crucificado, Santa Rita, Nossa Senhora de Fátima, o Menino Jesus, Nossa Senhora do Rosário e Nossa Senhora da Conceição nos altares laterais.
Em 1144, a “vila” da Gralheira recebe de Mem Moniz e D. Cristina carta de povoamento, surgindo depois nas Inquirições de 1258 como vila regalenga.
No centro da povoação ergue-se um pequeno templo, todo ele em granito, templo este que ainda não possuía sacrário no início do séc. XVII. Possuía no entanto três altares, sendo os laterais dedicados a São Sebastião e a Nossa Senhora do Rosário.
Em 1950 esta foi ampliada e foi erigida a torre sineira, substituindo o velho campanário que aí existia.
No interior estão presentes as imagens da Senhora da Agonia, Senhora do Rosário e São Gonçalo no altar-mor, Nossa Senhora da Graça, Santo António, São Sebastião, Sagrado Coração de Jesus, Imaculado Coração de Maria e São José nos altares laterais.
Na igreja modernamente alongada, preside como padroeira a Senhora da Graça, realizada artisticamente numa escultura de madeira, talvez dos começos do Séc. XVII.
Época:
Séc. XVI / XVII
Morada:
E.N. 321 - Granja, Vila Boa, Ferreiros de Tendais
Caracterização:
A Arquitectura religiosa barroca. Igreja de nave única, coro-alto capela-mor e sacristia. Fortemente iluminada por 6 janelões em cada um dos alçados laterais.
No interior, tectos de madeira de caixotões policromados e com imagens de santos. Retábulos do estilo nacional, decorados com parras e cachos de uvas. Lambril de azulejo padrã seiscentista reveste o interior do edifício.
Descrição técnica:
Planta longitudinal, com volumes articulados com coberturas diferenciadas de duas águas e uma no corpo adossado à fachada lateral Norte.
Fachada principal orientada a Oeste com portal principal rectangular encimado por janelão de arco abatido. Pano delimitado por pilastras, com remate em empena, cornija, pináculos e cruz no remate das duas águas do telhado. Sineira separada e fronteira, composta por escadaria de acesso às 2 ventanas de arco de volta perfeita.
Frisos, pináculos e cruz central.
Alçado lateral esquerdo a Norte com porta lateral, encimada por janelão gradeado, ladeado por 2 janelões rectangulares, também gradeados. Na transição da nave para o corpo da capela-mor, em plano ligeiramente mais recuado, corpo saliente da sacristia, com pequena fresta lateral. Janelão rectangular no corpo da capela-mor.
Alçado lateral direito, a Sul, é, na zona do corpo da nave igual ao anterior, à excepção de escadaria que adossada longitudinalmente à estrutura murária, conduz ao janelão mais chegado ao alçado principal, que funciona como entrada para o coro-alto. No corpo da capela-mor, em plano mais baixo e recuado, porta e 3 janelões de esbarros rectangulares em plano superior.
Alçado tardoz cego, onde se destacam as pilastras, cornija, pináculos e cruz no remate do telhado.
Interior:
Nave única, capela-mor coro-alto e sacristia. Coro-alto de madeira policromada com balaustrada de madeira, apoiado em arco de asa de cesto. No lado do Evangelho situa-se o baptistério. Porta lateral encimada por varanda de sacada para o interior, a que se tem acesso por escadaria intramuros e que por sua vez segue para o coro-alto. Lado da Epístola igual ao do alçado fronteiro. Tecto de caixotões de madeira policromados e intados com imagens de santos. Arco triunfal de arco a pleno centro, revestido de madeira policromada e ladeado por 2 altares de madeira também policromada. Capela-mor tem porta de acesso à sacristia, 3 janelões rectangulares, 2 deles entaipados. Tecto igual ao da nave.
Na nave e capela-mor, revestimento de lambril de azulejo de tapete, envolto por molduraa de acantos enrolados.
A Academia de Artes de Cinfães, cuja entidade titular é a Sociedade Artística e Musical de Cinfães, por despacho do Secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar, datado de 26 de junho de 2014, foi homologada, ficando autorizada a lecionar o Curso Básico de Música, nas variantes instrumentais de: Canto, Clarinete, Flauta Transversal, Fagote, Guitarra, Oboé, Percussão, Piano, Trombone, Trompa, Trompete, Tuba, Saxofone, Viola e Violino.
Mais se informa que, nesta altura, estão abertas as inscrições para os cursos de pré-iniciação, iniciação e básico especializado de música. Para mais informações deve dirigir-se à secretaria da Academia, de segunda a sábado, das 10h00 às 12h30 ou através do número 255 561 225.
Criado para salvaguardar a identidade local e regional, através da preservação, partilha e mostra de vivências, “histórias” e aspetos da ancestralidade dos nossos povos, o edifício foi alvo de uma para manter a traça tradicional do corpo principal e refuncionalizar as partes que apoiam as atividades do museu. Além do espaço interior, recheado com o legado de uma mostra de utensílios, práticas e experiências, tem ainda um espaço amplo exterior, onde se expõe uma eira, um canastro e todo o conjunto de alfaias próprias da atividade agrícola. O espaço, multifuncional, recebe ainda vários tipos de eventos como exposições e ações temáticas e didáticas/pedagógicas.
Acolhe de forma permanente utensílios, artefactos, ferramentas, alfaias, mobiliário, trajes e calçado que foi sendo recolhido pelo Grupo Folclórico de Nespereira, e que retrata o modus vivendi de uma época que se estende desde o início do séc. XIX até meados do séc. XX. Numa região predominantemente rural destaca-se sem dúvida toda uma coleção ligada ao sector primário e aos artífices/artesãos da época. O corpo principal da Quinta expõe uma casa de beleza intemporal, e o interior permite a descoberta da cozinha tradicional, o lagar e loja, os quartos e sala, e todas as zonas dos artífices, particularmente retratados. Encenações temporais, demonstrações e formações de artes e artesanato.
Categoria: Museu
Tipologia: Cultural/Espaço etnográfico
Morada: Rua da Granja, Nespereira
Coordenadas: 41.003039, -8.170168
Na envolvente ao jardim e com o mesmo nome do ilustre Explorador Cinfanense, o edifício de traça pública e que outrora serviu de Posto da Guarda e Cadeia, foi reorganizado num espaço de promoção e partilha da vida de Serpa Pinto, com interpretação e exposição estática da história e do modo de vida, astuto e corajoso, do Homem que veio a atravessar o continente Africano.
Acolhe de forma permanente duas coleções locais: a investigação arqueológica do Concelho de Cinfães, e a história e vida do General Alexandre Serpa Pinto.
A primeira, reflete um conjunto de peças que têm vindo a ser encontradas em escavações e intervenções no território do Município e que, de forma atrativa e convincente, traduzem os milénios de história de ocupação destas terras: desde os Celtas Pesures (PAESVRI’S), primários, aos Romanos, e a recente evolução da época românica.
A segunda reflete, com orgulho e emoção, a história e vida do heroico explorador durante as expedições a África, com um vasto espólio resultante da aquisição municipal da casa que outrora residia.
Categoria: Museu
Tipologia: Cultural/Espaço arqueológico
Morada: Rua Doutor Flávio Resende, 34, Cinfães
Coordenadas: 41.071763, -8.090368
Contatos: +351 255 560 560 / +351 255 562 404
A Casa do Lódão é uma unidade de Turismo em Espaço Rural catalogada como Casa de Campo, localizada na aldeia de Boassas - "Cinfães", uma das Aldeias de Portugal.
Na envolvente à bacia de Porto Antigo e foz do Bestança, e numa posição superiormente privilegiada, os 30.000 m2 de área tratada da Quinta do Outeiro - onde se insere a casa, oferecem aos visitantes uma agradável "surpresa" para desfrutar num possível passeio para conhecer a área da Quinta.
A Quinta também possui diversas infraestruturas de recreio e bem-estar como a excelente piscina com total tratamento ecológico; pingue-pongue; pátio, jardins vários, cadeiras e diversos acessórios para descansar tranquilamente. Na envolvente é possível também encontrar árvores de interesse, algumas centenárias, uma das quais, classificada como de interesse público em Diário da República, um Cipreste (Nome cientifico: Cupressus Semprebirens), e que inclusive tem o mesmo nome da casa - Lódão.
Quartos s/ wc: 3 (Camas individuais: 4; Camas duplas: 1)
Localização: Quinta do Outeiro, Boassas, 4690 Cinfães;
Coordenadas: 41.081528°; -8.069769°
Tel.: +351 255 561 337 / +351 963 041 628;
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Quinta com cerca de 12 hectares (5 de pastagem e 7 de floresta certificada), dispõe de Casa de Campo na freguesia de Nespereira, concelho de Cinfães.
A habitação foi reconstruída em 2012 e esta é constituída por 3 quartos, 2 casas-de-banho, um salão composto por sala de estar, jantar e cozinha totalmente equipada com lareira e forno a lenha
Sala de jogos com matrecos, snooker e jogos tradicionais.
No exterior tem churrasqueira com esplanada e uma mesa de Ping-Pong, bicicletas.
No exterior possui jardim relvado, piscina privativa, churrasqueira com esplanada e uma mesa de Ping-Pong, capela de 1755 também restaurada, canastro e 4 minas de água.
A casa e a capela estão equipadas com alarme Securitas.
Aqui poderá disfrutar de vistas panorâmicas sobre a floresta e campos cultivados com animais.
Nas proximidades possui o Rio Ardena adjacente à Quinta, praia fluvial do Ardena, banco e multibanco, cafés, pastelaria, padaria, farmácia, unidade de saúde, mercado quinzenal, posto CTT e bombeiros voluntários.
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Situada em Oliveira do Douro, a cerca de 10km do centro de Cinfães (sede do concelho), a Casa da Quinta da Calçada é ponto de passagem obrigatório na E.N.222 para quem circula pelas margens do rio Douro.
A casa desfruta de 8 quartos duplos e 2 quartos de casal, todos com casa de banho privativa, e ainda uma cozinha completamente apetrechada. Dispõe de sala de bilhar, 2 grandes salões para convívio, jantar ou reuniões de trabalho. Proporciona um bom ambiente ao ar livre com as suas pérgulas perfumadas de glicínias, uma apelativa piscina e corte de ténis. Os jardins são serenos e melodiosos, engalanados pelo chilrear dos pássaros ou pelo toque dos sinos.
Esta casa secular guarda ainda vestígios originais do seu início oitocentista, assim como a capela já construída nos finais do século XIX.
O conceito desta casa é vocacionado para um excelente ambiente familiar. Pretende-se que cada cliente sinta que está em sua própria casa com tudo ao dispor.
Tendo como ponto de partida tão relaxante cenário, poderá partir à descoberta do rio Douro e suas esplendorosas margens, ou conhecer monumentos integrados na Rota do Românico.
Quartos c/ wc: 10 (Camas individuais: 16; Camas duplas: 2)
Localização: Oliveira do Douro, 4690 Cinfães;
Coordenadas: 41.087872°; -8.040492°
Tel.: +351 255 563 210 / +351 932 476 339 / +351 936 411 101
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Site: www.casacalcada.com
A Quinta da Costeira é uma Casa de Campo em Cinfães, que se destaca pela sua paisagem deslumbrante sobre o rio Douro e pela extensa propriedade coberta de vinhas. Descrita pelo silêncio, contemplação e harmonia com a natureza.
A Casa principal da Quinta foi recuperada em 2006, preservando a traça original com uma decoração que conjuga o rústico com elementos de modernidade que dão um maior conforto aos seus hóspedes.
Na Quinta da Costeira vai encontrar um lugar especial para descansar e sentir-se em casa, bem como para desfrutar da paisagem verde a perder de vista, com a encosta do Douro à sua volta.
Este é o espaço para umas férias relaxantes, em contacto com a natureza e para descobrir algumas das mais bonitas zonas da beleza incomparável do Rio Douro.
Quartos c/ wc: ...
Localização: Medados - Cinfães;
Coordenadas: 41,082685ºN; -8.098301ºW
Tel.: +351 255 562 292 / +351 965 390 027;
Mail: ...
Uma longa estória:
A Quinta foi construída em meados do século XVII, sobre o vale do Douro. Constituída por três casas – A Casa Principal, A Casa da Eira e a Casa do Jardim – Conta ainda com uma Capela (datada de 1635), lagares, tanque, horta, uma fonte com água pura e piscina. Situada a poucos quilómetros de Cinfães, onde poderá aceder facilmente a bens de primeira necessidade (farmácia, hospital, correios, etc.), a Quinta da Ventozela dispõe de vários espaços de lazer, onde a privacidade e o bem-estar são valores predominantes.
Uma vista única sobre o Douro é o primeiro presente que lhe oferecemos quando chegar.
A Quinta da Ventozela está situada numa zona privilegiada de Portugal.
A tradição e o bom gosto são a medida perfeita para um fim-de-semana longe da confusão ou para umas férias mais longas, onde o descanso e a qualidade de vida são feitos de momentos de conforto e de detalhes cheios de charme.
Quartos c/ wc: 8 (Camas individuais: 6; Camas duplas: 5);
Localização: Casal/Cidadelhe, 4690 Cinfães;
Coordenadas: 41.096175°; -8.095597°
Tel.: +351 255 562 342 / +351 913 561 088;
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O Empreendimento Turístico “Cerrado dos Outerinhos”, fica localizado em plena Vila de Cinfães, junto ao edifício da Câmara Municipal, tendo como ponto de referência a “casa”, um edifício cuja construção é da 2ª metade do século XIX, tendo sido mandado construir por um descendente do fidalgo de Baião, de seu nome Nicolau Osório Negrão e que durante algum tempo foi recebedor de Finanças do Reino em Cinfães. A reconstrução e recuperação do edifício e zona envolvente teve como objetivo responder a uma lacuna da “Vila”, um alojamento turístico de qualidade, em que fosse possível conjugar o passado com o presente.
Foi preservada praticamente toda a traça original da casa, em que a madeira, o granito e a lousa são as matérias-primas presentes.
A casa é constituída por 4 pisos:
1º. Antiga adega e o lagar, agora zona de convívio e de lazer;
2º. Zona de serviços, onde encontramos a receção, sala de refeição e a cozinha;
3º. Zona dos quartos e da sala de estar;
4º. Zona do antigo challet do fidalgo.
Infraestruturas de apoio: Cozinha completa, zona de lazer, estacionamento, piscina, bar.
Serviços: Alojamento, pequeno-almoço, restauração sob encomenda.
Quartos c/ wc: 6 (Camas duplas: 6; 2 suites);
Localização: Rua Major Monteiro Leite, 64/66, Cinfães;
Coordenadas: 41.075242°; -8.095908°
Tel.: +351 255 561 574 / +351 966 896 987
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A Casa do Moleiro é uma unidade de Turismo em Espaço Rural com duas Casas de Campo: uma com capacidade para 8 pessoas e outra com capacidade para quatro pessoas.
As casas reúnem ótimas condições para famílias, especialmente com crianças, ou pequenos grupos que procuram a descontração e tranquilidade, conforto e privacidade. São rústicas, em granito e madeira, materiais da região, mas com todas as comodidades das casas modernas.
Situa-se numa encantadora aldeia (Pelisqueira), concelho de Cinfães, numa das encostas da Serra do Montemuro a escassos metros do rio Bestança, afluente do rio Douro, rio de trutas e lontras, considerado por muitos como o rio menos poluído da Europa. Possui vistas panorâmicas, quer para o vale do rio Bestança, quer para a albufeira do Carrapatelo, no Rio Douro.
Quartos c/ wc: 2; s/ wc: 2; Apartamentos: 2 (Camas: 7)
Localização: Pelisqueira, 4690 Cinfães;
Coordenadas: 41.049178°; -8.056325°
Tel.: +351 225 024 532 / +351 963 041 628;
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Site: www.casadomoleiro.com
"Sucedem-se os pinhais e laranjeiras... nisto, surge, quase de repente, ao fundo do rio. A certas horas, é um cenário de sonho, ao mesmo tempo polifónico e desconforme..."
Nas proximidades de Cinfães, entre o verde das encostas ribeirinhas e o ondular do Rio Douro, na baía com o mesmo nome, encontra-se o Hotel Porto Antigo. Composto por 23 quartos equipados com banho completo, secador, AC, minibar, telefone direto, wi-fi, tv satélite e vista para a bacia do Carrapatelo, no Rio Douro. Este espaço é o resultado da recuperação de uma casa senhorial que pertenceu ao Explorador Serpa Pinto, o Hotel tem uma localização deslumbrante e única, abraçado pelos rios Douro e Bestança.
Tipologia: Hotel ****
Quartos c/ wc: 23 Camas individuais: 44; Camas duplas: 2
Localização: Porto Antigo-Oliveira, 4690-423 Cinfães;
Coordenadas: 41.090133°; -8.079306°
Tel.: +351 255 560 150 / +351 913 021 734;
Mail: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.
Site: www.hotelportoantigo.com
O Restaurante Varanda de Cinfães é um espaço com história e modernidade, localizado no centro da Vila de Cinfães, conseguindo com facilidade, aliar o bom gosto aos pratos típicos da região onde está inserido.
Os fornos a lenha que ainda usam, transmitem aos ingredientes cozinhados o sabor único que faz a delícia de todos os que os saboreiam, sendo que é um Restaurante onde o elemento económico do dia-a-dia é também sinónimo de elevados padrões de qualidade.
Completa-se com uma Residencial, agora com nova decoração, que fornece o conforto e o sossego que tanto merece, e que por certo tenta encontrar em visitas rápidas ao concelho.
No piso 0, tem ainda ao dispor uma funcional Churrasqueira onde, rapidamente, se poderá escolher o prato que mais deseja, tanto para consumo como em formato de take-away, sempre com forte qualidade e eficiência.
Espaço simples e familiar que oferece uma ementa variada de pratos regionais portugueses.
Tem take-away.